Drops Drops Drops
Drops e Drops
Para não deixar vocês choramingando sozinhos, devo declarar que minha conta de luz também chegou e eu também tive um ataque.
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Minha amiga Dalva me escreve para avisar que o pior é inesgotável.
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Aquele momento lamentável da reunião em que toca e toca e toca e toca e toca um celular irritante dalgum babaca irresponsável e egoísta e fica todo mundo puto e você olha feio pra todo mundo e fica aquele climão e daí o celular tocando é o seu. Pois é.
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Tem poucas coisas mais fofas no mundo do que um uruguaio dizendo que é “uruguajhô”. O espanhol que eles falam é muito muito lindo.
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Segundo a minha boa mãe, se polvilho fosse americano teria drive-thru de biscoito de polvilho, astro do rock fazendo propaganda de biscoito de polvilho e iam chover pesquisas jurando em cruz e beijando os dedinhos que biscoito de polvilho faz bem pra próstata, piolho, esquentamento, qualquer uma das pragas bíblicas, espinhela caída e mau-olhado. Quer dizer, acho que foi isso que a mã falou, porque ela tava com a boca cheia. De biscoito de polvilho.
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Você vê a cretinice das pessoas e relembra como é maravilhoso ser abençoadamente sem importância.
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Já perguntei, não sei se exatamente com essas palavras, mas vamos de novo: quem não tem bicho faz O QUÊ com tanto tempo livre, me digam.
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Enquanto eu não aprender que as únicas respostas possíveis são “Tudo bem” ou “Infelizmente para mim não vai ser possível”, minha vida vai continuar esse inferno.
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“É menina, é princesa, é moderna, é atual”. Publicitários, parem com isso.
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Esse banco fofo, que ama a gente demais e toca um milhão de musiquinhas catitas enquanto figurinhas meigas aparecem e desaparecem da tela da televisão, não tem UM caixa eletrônico funcionando daqui até a Conchinchina e... Arrá, tava com saudade da Conchinchina, né?



❤️❤️
Eu vivo por esses drops